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UMA VEZ UNIDOS, ETERNAMENTE UNIDOS!

Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. Romanos 8:35-39.

           “Quando nós nascemos de novo, nosso espírito é vivificado e é salvo da condenação do pecado. Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Romanos 8:1. Todavia, a nossa alma e o nosso corpo continuam sob os efeitos da queda e precisam da salvação do poder do pecado e da sua presença.

Fixando: fomos salvos no nosso espírito pelo sacrifício de Cristo. Isto ocorreu de uma vez para sempre, totalmente feito por meio do Espírito Santo. Uma vez salvos, no espírito, começa a salvação da alma, por meio da vida de Cristo agindo em nós. Este processo envolve o Espírito Santo que habita no espírito do crente e a obediência deste à Palavra de Deus nele implantada. Nesta segunda parte da salvação há uma sinergia viva, onde o Espírito age e o crente reage obedecendo à Palavra.

Resta ainda a terceira parte da salvação, quando o Senhor Jesus vier buscar a Sua igreja e os corpos dos crentes forem glorificados. Este modo operante da salvação, pela fé, é assim: fui salvo no espírito, unicamente por ação divina; estou sendo salvo na alma, cooperativamente, e, serei salvo no meu corpo, pelo poder unilateral de Deus. Ok?”

Primeiramente, temos que a salvação pela graça por meio de Cristo Jesus, é o acontecimento mais importante na vida de um ser humano, que, uma vez consumada, produz: vida no espirito, santidade da alma e glorificação do corpo.

Para melhor compreensão, é necessário que entendamos três aspectos da salvação: a natureza de Deus, a natureza do homem e a natureza da própria salvação. Deus é, por natureza, um Salvador. Eu, eu sou o SENHOR, e fora de mim não há salvador Isaías 43:11. Ele não depende daquele a quem salva, para efetuar a salvação.

A Bíblia deixa claro que, aqueles que pertencem a Deus não nasceram de novo por sua própria vontade, mas pela vontade de Deus, porque está escrito: os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. João 1:13.

Deus salva por Sua vontade de salvar e por Seu poder para salvar. Sua vontade nunca é frustrada e o Seu poder é ilimitado, assim como lemos: Todos os moradores da terra são por ele reputados em nada; e, segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes? Daniel 4:35.

O plano de salvação de Deus foi realizado por Jesus Cristo, Deus encarnado, o qual veio à terra para buscar e salvar o que se havia perdido. Lucas 19:10. Jesus disse em João 15:16, que não fomos nós que o escolhemos, mas que Ele nos escolheu. A salvação é pela graça e mediante a fé em Cristo, dada a todo aquele que crê: Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus. Efésios 2:8. Essa é a natureza de Deus.

Contudo, o homem é por natureza um ser depravado que não busca a Deus de forma alguma. Até seu coração ser transformado pelo Espírito de Deus, ele não busca a Deus e nem pode fazê-lo. A Palavra de Deus é incompreensível para ele. O homem não regenerado é injusto, inútil e enganador. Sua boca está cheia de amargura e blasfêmia, seu coração é inclinado ao derramamento de sangue, ele não tem paz e não há temor de Deus diante de seus olhos. Romanos 3:10-18.

Tal pessoa é incapaz de salvar a si mesma ou de sequer enxergar a sua necessidade de salvação. Só depois de ter sido feita uma nova criação em Cristo é que o seu coração e mente são convertidos a Deus. Ele agora vê a verdade e entende as coisas espirituais. Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Porém o homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém. 1 Coríntios 2:14,15.

Todavia, com relação a ação do pecado, não podemos subestimá-lo. Ele tem o poder terrível de nos separar do amor de Deus. Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo. Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. 1 João 3:8, 9.

Mas quando essa graça é operada em favor do homem, sua vida é transformada pela regeneração e tudo se faz novo. E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas. 2 Coríntios 5:17.


Em segundo lugar, temos que a salvação produz efeitos práticos na vida do homem. Um salvo – novo nascido - é aquele que foi liberto do pecado e da condenação. Ele é uma nova criação que foi justificado pelo sangue do Cordeiro Santo de Deus. Sua velha natureza foi crucificada juntamente com Cristo. Sua nova natureza é santa e não mais deseja andar na prática do pecado. Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição, sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos. Romanos 6:5, 6.

E assim, temos que aquele que apenas nasceu uma vez – fisicamente e com o espirito morto (separado de Deus), tinha o seu corpo governado pela sua alma que era movida por seus próprios interesses e sentimentos egoístas. Porém, o que nasce de novo, pela fé, o qual ganha vida no espírito, pela vida de Cristo que nos reconciliou com o Pai, (Ef.2:1-5) passa a ser governado pelo Espirito Santo que vem habitar nele, o qual se comunica com o seu espírito. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Gálatas 5:24, 25.

A propósito, os escritores cristãos Dan Stone e David Gregory (O Resto do Evangelho – pág.66), assim escreveram: “Para vivenciar nossa união com Cristo, o Espirito Santo precisa nos entregar a revelação de duas verdades. Em primeiro lugar, precisamos receber a revelação de que morremos em Cristo e estamos mortos para o pecado, para a lei e para nós mesmos como ponto de referencia. Em segundo, precisamos receber a revelação sobre a diferença entre alma e espirito, e sobre como lidar com ela. Até que essas verdades se estabeleçam em nossa consciência espiritual, nunca viveremos verdadeiramente essa união.”

E, uma vez unidos, pergunto: Quem nos separará do amor de Cristo? O próprio Cristo é que nos garante: Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora. João 6:37. Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida. Romanos 5:10.

O descanso do salvo – novo nascido, vêm da mudança de governo. Abandonamos o governo do homem corrupto e pelo governo do Santo, somos conquistados para salvação eterna em unidade com a Trindade Santa. Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma, mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação. 1 Pedro 2:11,12 .

Fomos atraídos e incluídos no Corpo de Cristo para que a condição de “filho” fosse estabelecida e ganhássemos novamente a intimidade que foi perdida no Jardim do Éden. Para tanto, Jesus, em sua penúltima oração antes da morte de cruz, chamada de oração sacerdotal, assim orou: Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. João 17: 20,21.

E é com essa garantia de que, independentemente das circunstâncias, continuamos a nossa caminhada aqui neste mundo, sempre descansados no colo do Pai, certos de que nada mais poderá nos separar do amor de Deus, em Cristo Jesus, Nosso Senhor. Amém.

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