
Início » Notícias » Brasil » Exibindo Notícia
 10_03_23_925e0d31.jpg)
A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal deflagraram a Operação Pirâmide de Ouro, na manhã desta quarta-feira (28/2), em Pará, Amazonas, Rondônia e Paraná. Uma pessoa foi presa, e 13 mandados de busca e apreensão foram cumpridos .
O objetivo é acabar com um esquema de venda ilegal de ouro da Região Norte à Sudeste do país que pode superar R$ 1 bilhão. Os policiais apreenderam documentos e dinheiro, ainda não contabilizado.
Os mandados de prisão e de busca e apreensão, decretados pela Justiça Federal no Amazonas, foram expedidos contra suspeitos de organização criminosa, lavagem de dinheiro, usurpação de bens da união, falsidade ideológica e uso de documento falso. Também foi decretado sequestro de bens de 24 alvos no inquérito.
Um dos três mandados de prisão foi cumprido em Curitiba (PR), e os outros dois alvos estão foragidos. Um dos mandados de busca e apreensão foi cumprido em Itaituba, no Pará; os outros 12 foram divididos entre Porto Velho (RO), Manaus (AM) e Curitiba (PR).
Família do crime
A investigação partiu da apreensão de 7,5 quilos de ouro, feita no dia 1º de setembro de 2022, no Aeroporto Internacional de Belém, em ação conjunta da PF e da Receita Federal.
Na ocasião, o passageiro não foi preso em flagrante; nesta quarta (27), porém, ele foi um dos detidos na operação, assim como dois de seus filhos, todos suspeitos do mesmo esquema criminoso.
Mesmo após ser detido no aeroporto – sendo liberado em seguida –, o suspeito continuou levando em voos comerciais o ouro extraído em garimpos ilegais de rios no Amazonas e Rondônia, com destino ao Estado de São Paulo. Segundo a PF, em 11 meses, ele embarcou em 27 voos semelhantes entre Curitiba, Porto Velho, Manaus e Campinas, com quantidades cada vez menores, para evitar suspeitas.
Lavagem de dinheiro
O esquema recebia ares de legalidade a partir de empresas “noteiras”, que forjavam notas fiscais. O ouro também era mascarado com um processo de diminuição do teor de pureza para ocultar a origem e também fazê-lo parecer legal.
Um dos presos é sócio de uma empresa sem funcionários, que movimentou R$ 1,5 bilhão em três anos e meio, entre junho de 2020 e setembro de 2022.
A perícia da PF atesta forte evidência de fraude, reforçando a suspeita da investigação. Por isso, a Justiça também determinou o sequestro de contas bancárias, suspensão de atividades da empresa e da permissão de lavra garimpeira.
A Receita Federal participa das investigações, com compartilhamento de informações.
.jpg)
.png)
25/06/2026 : Ossada encontrada em ônibus no DF é de homem morto em 2006 em SP
24/06/2026 : HOMEM DENUCIADO POR VIOLÊNCIA DOMÉSTICA DECEPA A MÃO DE POLICIAL COM FACÃO E É BALEADO NO MT
24/06/2026 : Governo cria banco de dados para reunir informações de celulares roubados
23/06/2026 : PF combate grupo criminoso voltado ao tráfico interestadual de drogas
22/06/2026 : Candidatos ao Enem têm até a noite desta segunda para pagar inscrição
22/06/2026 : Mãe se desespera ao ver o corpo do filho desovado em igarapé
12/06/2026 : Quem era influenciadora do agro morta a tiros dentro de casa
09/06/2026 : Ministério da Saúde suspende vacina contra a dengue após 42 casos de sintomas severos e mortes
22/05/2026 : PRF inicia Operação Risco Zero e intensifica fiscalização de transporte de produtos perigosos – VÍDEO
20/05/2026 : PRF em Rondônia divulga resultados da Operação Fronteira no Estado
www.ariquemes190.com.br
Copyright © 2008 - 2026 Todos os direitos reservados
Site desenvolvido por Prospect Plus