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Data: 11/06/2019 Compartilhe esta notícia

Confúcio Moura sugere ao governo conectar-se às boas ideias do passado para acertar os destinos da educação do País

 

O senador Confúcio Moura escreveu vários discursos sobre a história da educação, desde o descobrimento do Brasil até a atualidade, com objetivo de mostrar às autoridades os erros e os acertos do País no decorrer do tempo nessa área, que segundo ele, é a base de todas as outras. Na sexta-feira (7), o congressista discorreu sobre a educação entre 1920 e 1930. Destacou reformas e também criticou a falta de continuidade de bons projetos por partes de novos gestores.

Para Confúcio Moura a história do período da República Velha é essencial para que todos compreendam, hoje, a gênese de muitas características que ainda delineiam a educação brasileira. Ele explicou que a Primeira República é normalmente referida como a República que não cumpriu promessa de extensão de direitos e de cidadania e que se tornou, efetivamente, governo de todos para todos, mas existiu, e é importante voltar a ela para entender porque, mais de cem anos depois, a sua proposta permanece, pelo menos em termos educacionais, inconclusa, incompleta, inacabada.

“Então, nós estamos aqui agora, analisando onde é que erramos no Brasil sobre a educação, porque, passado esse tempo todo, até hoje a educação brasileira, infelizmente, é uma das piores do mundo. É muito mal avaliada no cenário mundial”, ressaltou o senador.

De acordo com o parlamentar a Primeira República foi o celeiro que germinou boa parte das ideias pedagógicas que ainda hoje orientam o sistema educacional brasileiro, assim como os seus muitos dilemas – entre o ensino positivista e o ensino humanista, por exemplo; entre o modelo seriado e o modelo não seriado de progressão escolar; entre a quantidade de vagas e a qualidade do ensino.

O senador contou que também era um tema frequente da velha República a preocupação com a possibilidade de se transplantarem para o contexto brasileiro os modelos educacionais que funcionavam bem em outros países, assim como várias alternativas metodológicas disponíveis, sejam elas baseadas na memorização, na autoridade, na criação ou na liberdade.

Confúcio Moura destacou a reforma de Rocha Vaz, em 1925, que institui o controle ideológico sobre o sistema de ensino com a criação do componente curricular, a Instrução Moral e Cívica. “Parece que é hoje, olhem bem, o que o professor pensa e o que o aluno pensa em 1925.  Olhem bem a preocupação com o controle ideológico e as expressões das escolas

O parlamentar disse que parece que existe um ciclo permanente de fazer e desfazer. A falta de prosseguimento em bons projetos, a falta de um Presidente pegar o que o outro fez e dar continuidade causa um prejuízo imensurável para a Nação. “Um Presidente, um Governador faz, faz, faz, e, quando termina o mandato o outro fala: “tudo o que ele fez está errado, vamos começar da estaca zero’. E é um prejuízo para a Nação incrível, a falta de consecutividade, a falta de sequenciamento, a falta de respeito, a falta de compromisso estratégico com o País”, lamentou.

Confúcio Moura pediu apoio para colocar a educação nos trilhos certo. “Proponhamos a reatar os fios da nossa história, não apenas para que não venhamos a repetir os mesmos erros, mas sobretudo para que possamos acertar, e acertar conscientemente os rumos da educação deste País”, pontuou.

 

Assessoria de Comunicação 

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