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Cada vez mais saudável e democrática, a alimentação escolar em 420 escolas da rede estadual de ensino de Rondônia volta a ser consumida regularmente a partir da abertura do ano letivo de 2017. No próximo dia 15, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) começa a liberar recursos, aos quais o governo estadual adiciona a contrapartida, via Programa Estadual de Alimentação Escolar.
A Secretaria Estadual de Educação (Seduc) já solicitou ao FNDE os valores deste ano, conforme as demandas de cada estabelecimento escolar. No ano passado, o fundo investiu R$ 20,3 milhões em Rondônia, conforme informou a gerente do Programa de Apoio Financeiro às Escolas (Proafi), Cláudia Leite.
Se até 2016 buscava-se alcançar a meta da alimentação saudável, este ano isso irá se consolidar ainda mais, Cláudia prevê, com base em estudos da equipe de quatro nutricionistas da Gerência do Programa de Alimentação Escolar. “Cada escola escolhe o que os seus alunos mais apreciam”, disse a responsável pela equipe de nutricionistas, Ângela Socorro Prestes.
A equipe apresenta informes detalhados a respeito de proteínas e o produto é escolhido conforme os hábitos alimentares regionais.
Assim, por exemplo, a gerência constatou que escolas do centro de Porto Velho, da zona Sul; e do interior do estado têm hábitos diferentes.
Além dos tradicionais arroz, feijão, macarrão e macaxeira, também utilizados nas cozinhas de escolas de outros estados, escolas rondonienses valorizam cada vez mais frutas amazônicas, entre elas açaí e cupuaçu, equilibrando o consumo com abacaxi e banana.
Ao mesmo tempo, estão prontas para adquirir polpas de biribás (Annona mucosa), planta nativa. E ainda incluem achocolatados, pães com ovos, margarina e queijo.
No ano passado, pela primeira vez o fundo autorizou dois repasses financeiros para aquisição de peixes. Em 2017 serão dez parcelas mensais, segundo o gerente do programa, José Áureo.
Conforme Áureo, a média mensal de investimento por aluno na compra de peixe é de R$ 2,00, o que lhe permite consumir oito refeições por mês. Coordenadorias Regionais de Ensino (CRE) acompanham e fiscalizam o setor.
Para o ano letivo de 2017, a equipe de nutricionistas elaborou a chamada “bateria de cardápios”. Alguns deles:
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