25 de Janeiro de 2010 19:34:25
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Servidor é investigado por suspeita de desviar mais de R$ 13 milhões da prefeitura para apostar no “Tigrinho”, em Rondônia


Um caso de grande impacto veio a público na última sexta-feira (20) e gerou ampla repercussão em São Francisco do Guaporé. Um servidor efetivo da prefeitura, que atuava na execução de pagamentos do município, é suspeito de ter desviado mais de R$ 13 milhões dos cofres públicos.

Conforme as apurações, o funcionário utilizava o computador do próprio setor para efetuar transferências frequentes para sua conta pessoal. Para sustentar o esquema e evitar que fosse descoberto, ele teria adulterado relatórios internos e extratos bancários, mantendo a fraude por cerca de dez meses.

As inconsistências foram detectadas pela administração municipal, que registrou denúncia junto às autoridades. Em depoimento à Polícia Civil, o servidor admitiu as irregularidades e afirmou que o valor pode ultrapassar R$ 13 milhões. Segundo declarou, o dinheiro teria sido destinado a apostas em jogos eletrônicos de azar conhecidos como “Tigrinho”.

Apesar da confissão, a investigação segue com cautela, e a polícia não descarta a participação de outras pessoas. O delegado responsável informou que solicitou à Justiça a quebra dos sigilos bancário e telemático do investigado para rastrear o destino dos recursos e identificar possíveis envolvidos.

O procurador do município, Valnir Azevedo, acompanhou o servidor até a delegacia após o registro da ocorrência. Diante da gravidade da situação, o prefeito José Welington determinou a exoneração do cargo comissionado ocupado pelo investigado e a suspensão de suas funções efetivas. Também foi instaurado um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar responsabilidades no âmbito administrativo.

A reação da população foi imediata, com manifestações de indignação nas redes sociais e cobranças por esclarecimentos e punições. A Câmara Municipal deve analisar, na próxima sessão ordinária, a possibilidade de instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para acompanhar o caso e avaliar os danos aos cofres públicos.

O episódio levanta questionamentos sobre os mecanismos de controle interno do município e deve ter novos desdobramentos conforme as investigações avancem. Após prestar depoimento, o servidor foi liberado, já que atendeu aos critérios legais para responder em liberdade, como possuir bons antecedentes, residência fixa e não representar risco ao andamento do processo.
 

FONTE: ARIQUEMES190.COM.BR

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