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Após quase quatro de anos de mandato dedicado à melhoria da educação em Rondônia e no Brasil, o senador se diz recompensado e espera que a nova bancada lhe faça companhia na luta pela educação de qualidade.
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“Não que seja uma calmaria isso, aqui, mas o debate é em um nível bom, elevado. Aqui, no geral, se pensa o Brasil e há compromisso em afastar a paroquia, o quintal”, afirma ele ao se referir as pautas sob a responsabilidade da Casa mais alta do parlamento brasileiro.
Além disso, a convivência com a sua “doce Alice” e a proximidade de filhas, genros e netos lhe servem de ânimo à alma. Embora médico Confúcio ao se eleger senador estabeleceu que o seu mandato trataria da saúde, sim, mas que isso ficaria no nível do institucional, do tático.
Na sua visão, o mandato gastaria energia maior com a política que oferece possibilidades de mobilidade social para quem dela se beneficia. Logo, a sua opção pela educação foi quase automática. “Todas as políticas são importantes, todas. A saúde salva e prolonga vidas; a assistência social lhe permite comer, se agasalhar; a segurança protege o cidadão… e por aí vai. Mas, a única que lhe permite melhorar de vida a partir dos seus esforços, seja de que classe for, de onde vier, de que cor for, é a educação. É na educação que está a liberdade plena do homem e da mulher”, ele diz convicto.
Ao escolher a educação como bandeira principal do seu mandato, Confúcio imaginava que, como ele, outros senadores também o fizesse, o que lhe daria sustentação nas teses que levaria ao debate. As escolas modelos que lançou no governo, por exemplo, era uma referência que gostaria de espalhar pelo Brasil – tão logo estivessem em cada um dos 52 municípios de Rondônia.

Ele pensava o mesmo em relação à educação em tempo integral, uma forma de imersão em dois períodos no mundo do conhecimento para aqueles que nem alimentação tinham em suas casas. O que dizer, então, do acesso à tecnologia em toda a sua plenitude? Para ele, só possível com a oferta de equipamentos e serviços de internet para todos, em todos os lugares.
No entanto, quando começou a atuar constantemente em favor da educação, fazendo disso militância, percebeu que seria um grito quase solitário em favor da educação como política prioritária em um País de profundas desigualdades regionais, econômicas e sociais. Quase solitário porque encontrou alguns poucos senadores que também viam na educação o melhor meio para a inclusão – e uma forma sustentável para diminuir desequilíbrios estruturais históricos.
Confúcio percebeu, então, que a educação, por ser política de longo prazo, não resultava em apelo político eleitoral forte o bastante para atrair as forças de que necessitava para ser prioridade na agenda do País.
“Dizem que educação não dá voto, não tem apelo eleitoral. É como saneamento básico, ninguém vê. Se não vê, não vota. Ora, a política não é só voto, só eleição ou reeleição. Se faz política para mudarmos as vidas das pessoas. Não vemos os resultados da educação hoje, agora, mas em quatro, cinco anos, já mudamos a vida de uma geração inteira. E a um custo muito barato!”, acredita o senador.
Foi esta crença que o levou a destinar mais de R$ 62 milhões em emendas ao estado, para a área de educação e tecnologia – que ele não vê dissociada uma da outra. E, talvez seguindo a cultura consolidada do Senado Federal, em que a paróquia deve ser evitada, as ações que formulou para serem executadas são todas estruturais e estratégicas.
“O Projeto de Informatização escolar, por exemplo, insere na rotina escolar, desde o ensino fundamental, o componente tecnologia e informática, elementos de inclusão digital fundamentais para que a criança saia do seu mundo pequeno e limitado. Nada mais se faz sem tecnologia, mesmo nos lugares mais remotos. Além disso, o Projeto alcança 22 municípios ao mesmo tempo, o que o faz grande, de massa”, assinala.
“Já o Projeto Cidades Inteligentes, piloto que estamos implantando em Ariquemes queremos que seja referência para a região norte. Dada a sua grandiosidade é necessário cautela; ajustes serão feitos. Mas, logo seja concluído e se mostrado adequado, vamos levá-lo para outras cidades. Com esta combinação – educação e tecnologia – o meu mandato avança naquilo que mais prezo: a inclusão”, alegra-se Confúcio Moura.

Esta fala do senador encontra eco em matéria publicada hoje, 10.10, na Folha de S. Paulo, que trata de estudo sobre mobilidade social no Brasil comparada com outros países. Com o título “Filhos de famílias pobres têm só 2,5% de chance de chegar ao topo no Brasil”, a matéria decodifica o estudo em variáveis específicas. Em uma delas, afirma que “os resultados também permitem fazer uma comparação internacional.
Enquanto no Brasil a chance de subir da base para o topo é de 2,5%, esse percentual é bem maior nos Estados Unidos (7,5%), na Itália (11,2%) e na Suécia (15,7%)”. Mais adiante, os pesquisadores garantem que “o papel da educação parece ser central na determinação da renda futura das crianças, e a qualidade do ensino tende a explicar as diferenças regionais. Um dos indícios é a constatação de que quanto mais novos são os filhos no momento da migração, maior é o impacto da mudança sobre sua renda futura”, constata os pesquisadores.”
Como se vê, ou a solidão na luta pela educação do senador Confúcio Moura acaba, ou a pobreza será uma realidade crônica no Brasil.
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Assessoria de Comunicação
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