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O caso que chocou a população ariquemense, ocorreu no dia 21/09/2019, por volta das 12h10m, onde o pai e madrasta de Lauanny Hester Rodrigues, de 02 anos, a espancaram brutalmente até a morte. Ao conceder entrevista ao Canal 35.1 Digital, o Promotor de Justiça Marcus Alexandre, explicou o caso e o julgamento dos envolvidos, sendo o pai William Monteiro da Silva, 25 anos, foi condenado a 57 anos e 04 meses de prisão pelo crime de Homicídio; madrasta Ingrid Bernardino Andrade, a qual foi condenada à 57 anos e 04 meses de prisão, pelo crime de Homicídio, e a avó Suely dos Santos Monteiro de 49 anos, condenada a 39 anos por Omissão. Dr. Marcus ressaltou que Lauanny já havia sido espancada e teve o braço quebrado meses atrás. Confira a entrevista.
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ARIQUEMES: BÁRBARO – Criança de 2 anos é espancada até a morte por pai no Bairro Mal. Rondon

O fato que chocou a população de Ariquemes aconteceu por volta das 12h10m deste sábado, 21/09. Segundo informações ainda preliminares, dão conta que uma tia da criança adentrou a residência localizada no Bairro Mal. Rondon em Ariquemes, momento em que encontrou a criancinha com inúmeros hematomas, corpo já em tom arrochiado e apresentando vários ferimentos. De imediato a tia acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), o qual rapidamente se deslocou ao endereço indicado juntamente com a guarnição da Polícia Militar, a qual também já havia sido acionada. Ali chegando, socorristas e policiais constataram a veracidade do fato, encontrando a criancinha estirada na área da residência, em frente a porta, e imediatamente realizou todos os procedimentos necessários, mas apesar do empenho da equipe, a criancinha não resistiu aos graves ferimentos e veio a óbito no local. As guarnições da Polícia Militar iniciaram concomitantemente o trabalho de patrulhamento, em busca dos pais da criança, aos quais haviam fortes indícios que seriam os autores do crime, os quais foram encontrados e presos já na prainha do rio Jamari, no mesmo bairro.
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ARIQUEMES: “Pai não está nem um pouco abalado” diz delegado sobre caso da criança espancada até a morte
Após o crime que chocou a população de Ariquemes, o Delegado de Polícia Civil Dr. Rodrigo Camargo concedeu entrevista ao Canal 35 onde falou sobre o andamento das investigações para apurar a morte da pequena Lauanny Hester Rodrigues de 2 anos e 5 meses. O Delegado relatou que após o crime, o pai Willian Monteiro da Silva de 25 anos e a madrasta Ingrid Bernardino Andrade de 23 anos foram encontrados deitados debaixo de uma árvore na praia do Rio Jamari. O casal recebeu voz de prisão e foi conduzido a Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP). Em depoimento, os suspeitos alegaram que a criança havia apanhado, pois havia brincado com trigo e acabou sujando a casa toda, porém, a morte seria em decorrência de uma queda e porque ingeriu detergente. Segundo o Delegado, as versões estão bastantes contraditórias e não condizem com os hematomas encontrados na garotinha. A mulher estava Foragida da Justiça de Porto Velho e o homem já cumpriu pena por roubo. Confira a entrevista na íntegra:
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ARIQUEMES: CASO LAUANNY - Conselho Tutelar afirma que não tinha conhecimento que criança estava com o pai
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A equipe de reportagens da TV do Povo Canal 35.1 procurou o Conselho Tutelar para falar sobre o caso da pequena Lauanny morta após ser espancada pelo pai. Em entrevista, o Conselheiro Tutelar Alexandre relatou que após denúncias, no dia 13/02/2019 a criança foi retirada do convívio com os pais e foi institucionalizada na Casa da Criança. Em maio, após uma decisão judicial, a menina foi entregue para a avó no Distrito de Jaci Paraná. Segundo Alexandre, Jaci Paraná é jurisdição de Porto Velho, por isso, o Conselho Tutelar de Ariquemes não teve conhecimento quando a menina retornou para Ariquemes. Confira a entrevista completa:
ARIQUEMES: CASO LAUANNY - Testemunha afirma que criança era espancada desde os nove meses
A equipe de reportagens da TV do Povo Canal 35 conseguiu contato com uma testemunha do Caso Lauanny, a pequena garotinha que foi espancada até a morte pelo próprio pai. Segundo a testemunha, a mesma já residiu na mesma rua que a criança, sendo que desde os nove meses, a menina era espancada e maltratada. A testemunha também relatou que já denunciou várias vezes ao Conselho Tutelar e que só viu a equipe no local por três vezes. A última informação que a testemunha teve é que a criança estaria com a avó, porém, a mesma teve que fazer uma “lipo” (Cirurgia estética) por isso teria devolvido a criança ao pai. A identidade e a voz da testemunha não serão divulgadas para proteger a integridade física da mesma. Confira a entrevista na íntegra.
ARIQUEMES: VÍDEO - Reconstituição da morte da pequena Lauanny será realizada – Defesa alega que a criança teria sofrido queda
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A Polícia Civil realizará a reconstituição do crime que vitimou a pequena Launny de 2 anos de idade. A Defesa do pai e madrasta da criança requisita alguns questionamentos à POLITEC responsável pela Perícia. Segundo o Delegado Rodrigo Camargo, a Polícia Judiciária não tem dúvidas que houve o espancamento, porém, a defesa alega uma suposta queda no banheiro e uma suposta queda de uma mesa. Diante das alegações da Defesa, a reconstituição será realizada para esclarecer eventuais questionamentos e subsidiar o Ministério Público, proporcionando que os jurados tenham convicção do ocorrido. Confira a entrevista com o Delegado:
ARIQUEMES: Reconstituição da morte de Lauanny será realizada amanhã
A Pequena Lauanny Hester de 2 anos e 5 meses foi morta de forma cruel, encontrada com sinais de espancamento sozinha na residência onde morava. Os principais suspeitos do crime são o pai Willian Monteiro da Silva de 25 anos e a madrasta Ingrid Bernardino Andrade de 23 anos que no dia do crime, foram encontrados deitados debaixo de uma árvore na praia do Rio Jamari. O casal foi preso e deram versões desencontradas, alegando queda no banheiro, queda na mesa e que os ferimentos eram acidentais. A Defesa do casal então solicitou uma reconstituição do crime para apurar o que realmente aconteceu, sendo que a Polícia Civil acatou o pedido e realizará esta reconstituição nesta quarta-feira 02/10. Após o término desta reconstituição, o prazo para o laudo final é de 10 dias. Confira a entrevista:
ARIQUEMES: CASO LAUANNY – Pai se recusa a participar de reconstituição da morte da filha
Willian Monteiro da Silva pai da pequena Lauanny Hester Rodrigues que foi morta brutalmente espancada se recusou a participar da reconstituição do crime. Willian está ferido na região do rosto e da cabeça, alega que foi agredido por outros detentos, porém, existe um Boletim de Ocorrência relatando que se trata de uma queda. Segundo a defesa, mesmo se não estivesse ferido, Willian não iria participar desta reconstituição. O Delegado Rodrigo Duarte, em entrevista, relatou que é um direito constitucional do acusado de não produzir provas contra si e que a recusa na participação é uma estratégia da defesa para que o elemento não entre em contradição com a versão apresentada pela companheira. Confira a matéria completa:
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ARIQUEMES: CASO LAUANNY – Avó está foragida e responderá por homicídio por omissão
Suely dos Santos Monteiro teve a prisão decretada pelo crime de homicídio por omissão e está Foragida da Justiça. Suely era avó da pequena Lauanny Hester que foi morta aos 2 anos e 5 meses. O crime foi cometido pelo pai e pela madrasta que já estão presos. A avó da criança estava com a guarda, quando entregou a menina para o pai, por isso, foi indiciada. A foto está sendo divulgada para que a população possa ajudar a Polícia prender a infratora. Denúncias podem ser feitas na UNISP, 190 da Polícia Militar ou 197 da Polícia Civil.
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A Polícia Civil, através da Delegacia de Homicídios, conclama todas as pessoas de bem e com sentimento de Justiça que ajudem a capturar Suely dos Santos Monteiro (49 anos), avó da criança Lauanny (assassinada em 21/09/2019).
No inquérito policial que elucidou o assassinato da criança Lauanny, além do pai Willian e da madrasta Ingrid, também indiciamos a avó Suely, porém por homicídio praticado por omissão. A Polícia Civil entende que Suely também deve ser responsabilizada pelo crime, pois era quem possuía, por determinação judicial, a guarda da Lauanny. O termo de guarda era claro ao proibir Suely de entregar a criança aos pais. Ora, se possuía a guarda, não temos dúvidas que Suely podia e devia evitar o resultado.
O Ministério Público, através do Promotor Marcos Alexandre, ao oferecer a denúncia contra os acusados, além de comungar deste entendimento da Polícia Civil acerca da responsabilidade criminal da avó, foi além e representou pela prisão preventiva da Suely.
O Meritíssimo Juiz Alex Balmant, em decisão digna de elogios por demonstrar que o Poder Judiciário está com os olhos voltados ao que se passa em nossa comunidade, imediatamente decretou a prisão provisória da Avó.
Nossos investigadores estiveram nos mais diversos endereços informados por Suely a fim de capturá-la, porém a mesma, informada por seu advogado sobre a existência de mandado de prisão contra si, empreendeu fuga e permanece foragida.
“Suplico as pessoas de bem e com o sentimento de justiça em seu coração, que nos ajude a localizá-la o mais rápido possível a fim de que Suely acerte sua conta com a justiça em razão desse crime brutal do qual é acusada”, afirmou o Delegado Rodrigo Camargo, que comandou as investigações.
Denúncias sobre o paradeiro da foragida podem ser feitas ao Fone 197, 190 ou 3535-3510. Será mantido absoluto sigilo da identidade do denunciante.
ARIQUEMES: URGENTE – Avó de Lauanny tenta fugir e acaba presa no Jardim Feliz Cidade
Suely dos Santos Monteiro de 49 anos foi presa na tarde desta quinta-feira 24/10 no Jardim Feliz Cidade. Uma denúncia levou a Polícia até o local, onde Suely pulou o muro, tentou se evadir e acabou detida por Policiais Militares. Suely era avó da pequena Lauanny que foi morta espancada pelo pai e pela madrasta que já estão presos. A avó teve a prisão preventiva decretada por homicídio por omissão. Suely tinha a guarda da criança quando entregou para o pai, ação que resultou na morte da criança.
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ARIQUEMES: Na UNISP, avó de Lauanny passa mal e é socorrida pelo SAMU
Na noite desta quinta-feira 24/10, Suely, a avó da menina Lauanny morta pelo pai e pela madrasta, estava sendo apresentada na Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) para cumprimento do Mandado de Prisão, momento que passou mal. A equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada e esteve presente, onde constatou que a pressão arterial estava alta. Foi feita a medicação, posteriormente Suely foi encaminhada a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para ficar sob observação. Todo atendimento foi acompanhado por Policiais.
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A desembargadora Marialva Henriques Daldegan Bueno indeferiu o pedido de habeas corpus e manteve a prisão de William Monteiro da Silva e Ingrid Bernardino Andrade, acusados de envolvimento na morte da própria filha de 2 anos, Lauanny Hester Rodrigues, de 2 anos, ocorrida há um mês, em Ariquemes.
A desembargadora diz em sua decisão que não vê motivos para a soltura do casal e que por hora a segregação dos dois é necessária e não vi ilegalidade alguma na ordem de prisão contra os dois emitidas pelo Juízo de primeira instância (1ª Vara Criminal da Comarca de Ariquemes).
O CRIME
William Monteiro da Silva, 25 anos, acusado de ter matado a própria filha Lauanny Hester Rodrigues, de 2 anos, com a ajuda da companheira na madrugada do dia 21 de setembro. Segundo a Polícia, ele já havia agredido a criança gravemente e quebrado o braço da menina em fevereiro deste ano. Ele e Ingrid Bernardino
Andrade, de 23 anos, continuam presos. O outro filho do casal, um bebê de 5 meses, foi entregue para o Conselho Tutelar.
Após as agressões, a menina chegou a ser retirada do convívio familiar, mas voltou a ser entregue para o pai.
Segundo a Polícia, a mãe de Lauanny deixou a criança aos cuidados do pai há cerca de 1 ano. De acordo com o delegado, Rodrigo Camargo, as prisões em flagrante de William Monteiro e Ingrid Bernardino foram convertidas para prisões preventivas.
O delegado disse ainda, que a defesa do casal relatou que o pai negou ter agredido a criança a ponto de matá-la. Sobre a versão de Ingrid, o advogado não quis se pronunciar.
Durante o interrogatório o casal confessou ter batido na menina por duas vezes. A Polícia apurou, que às 2h40 da manhã eles acordaram, foram até a cozinha e viram que a criança tinha rasgado um saco de farinha de trigo. William disse que agrediu a filha como uma forma de corrigir.
Ainda de acordo com o delegado, por volta das 10h o casal acordou e encontrou a criança brincando em cima de uma mesa. Por causa disso, ela foi agredida novamente.
O médico do Samu Mauro Lopes, que atendeu a ocorrência, disse que a menina morreu com traumatismo múltiplos, e com muitas fraturas no crânio, tórax, quadril e abdômen.
O crime
A menina morreu no final da manhã do último sábado (21), após ser espancada pelo pai e a madrasta em uma residência localizada no Bairro Marechal Rondon, no município de Ariquemes.
Vizinhos acionaram a Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), após ouvirem a criança sendo agredida. Quando a equipe médica e a guarnição chegaram, a menina já estava sem vida.

O casal William Monteiro da Silva e Ingrid Bernardino Andrade deverão ser mantidos presos por questões de “periculosidade incompatível com o estado de liberdade”.
Essa foi a decisão da desembargadora Marialva Daldegan Bueno, ao negar o pedido de habeas corpus impetrado pelo casal acusado de torturar e matar a menor Lauanny Hester Rodrigues, de 1 ano e 11 meses.
Lauanny era filha de Willian e Ingrid a madrasta da vítima. Os dois tiveram a prisão preventiva decretada em setembro do ano passado, encontrando-se preso por ordem do juízo da 1ª Vara Criminal de Ariquemes.
Segundo a desembargadora, o casal agiu “com extrema violência e crueldade com uma criança de tenra idade, filha e enteada de ambos, quando deveriam zelar pela sua vida, além de possuírem maus antecedentes, demonstrando a propensão para a reiteração criminosa, sendo insuficiente a aplicação de medidas cautelares alternativas”.
O processo que apura as circunstâncias da morte da criança tramita no Juízo da 1ª Vara Criminal de Ariquemes sob o número 00037080520198220002. Os dois ainda não foram pronunciados pelo crime e ainda não possuem data de julgamento.
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FONTE: ARIQUEMES190.COM.BR
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