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Data: 24/03/2020 Compartilhe esta notícia

É PRECISO PRESERVAR OS EMPREGOS, DIZ FRANCISCO FARINA

O setor empresarial de Rondônia teme a falência, especialmente das pequenas, micro e médias empresas e a ampliação do desemprego. A avaliação resulta das medidas decorrentes do decreto nº 24.887, de 20 de março, que declara estado de calamidade pública no Estado, uma delas causando apreensão em especial: a que proíbe pelo prazo de 15 dias o funcionamento de estabelecimentos comerciais.

Foram atingidos pelo decreto o funcionamento de galerias de lojas e comércios; shopping centers e centros comerciais à exceção de açougues, panificadoras, supermercados, caixas eletrônicos, clínicas de atendimento à saúde, farmácias, consultórios veterinários, postos de combustíveis, oficinas e setor de autopeças.

“A Facer tem uma posição favorável ao cumprimento de tudo que está posto pelas autoridades governamentais de contingenciar a sociedade, para que esteja reclusa em razão do coronavírus, mas temos de lembrar que é preciso manter um fluxo econômico”, disse ao blog o presidente da entidade, Francisco Hidalgo Farina.

Farina afirma que a Federação das Associações Comerciais de Rondônia e suas 28 associações liadas estão extremamente preocupadas. A avaliação é a de que se não houver apoio governamental haverá falências, estimando-se em até 30% dos pequenos, médios e micro empreendimentos. Ele disse que está observando e buscando entender que talvez “algumas pontuações dos setores governamentais” no decreto sejam extremas demais.

Matando a vaca

“Estamos, entretanto, de forma serena aguardando as reações do mercado, podemos discutir um regramento para o comércio fechado, fazer ajustes pontuais onde possa ter exagero e apertar onde está flexível. O que importa é proteger o trabalho, o emprego”, disse condenando cálculos políticos, em momento difícil para todos os brasileiros.

O coronavírus preocupa, a prevenção e enfrentamento devem ser rigorosos, mas “a situação é que o governo precisa matar o parasita, e ao invés de passar veneno para matar o parasita acaba por matar a vaca”, teoriza Francisco Hidalgo.

 

Fonte: Blog da Jornalista Mara Paraguassu

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