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O senador Confúcio Moura (MDB-RO) analisou nesta quinta-feira (30), em Plenário, a educação brasileira, desde a Proclamação da República, em 1889, até a República Velha, em 1930. O objetivo do parlamentar é apontar os motivos pelos quais, na visão dele, “a educação brasileira não vai para frente”.
Confúcio afirmou que, entre 1900 e 1920, a taxa de analfabetismo correspondia a 65% da população brasileira. Nessa época, a educação primária e secundária era de responsabilidade dos estados e municípios, que sofriam com a insuficiência de fundos para o investimento no setor, explicou Confúcio.
— A educação somente começaria a fazer parte da atenção pública em 1910, sob o impacto de, pelo menos, quatro variáveis: a intensificação da industrialização, que passou a exigir mão de obra qualificada; a imigração, que trouxe ao Brasil trabalhadores, em regra, mais escolarizados do que a média nacional; o êxodo rural e o crescimento da urbanização; e os movimentos sociais, que passaram a reivindicar o acesso universal — analisou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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