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Período chuvoso representa consequente aumento de criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya, adverte a Agência Estadual de Vigilância em Saúde do Estado de Rondônia (Agevisa), por isso o alerta é para a participação dos moradores no combate para evitar a infestação de mosquitos em Rondônia.
O estado registrou 479 notificações de Dengue em 2018, o que representa 68% de redução da doença, comparando com dados de 2017, quando foram notificados 1.852 casos.
Embora seja registrada a redução, Sid Orleans, técnico do Centro de Informação Estratégica em Vigilância e Saúde da Agevisa alerta para o cuidado com formação de criadouros, tendo em vista que 15 municípios de Rondônia apresentam alto risco de infestação da dengue. Somente 13 oferecem baixo risco e 24 municípios do Estado estão em situação de alerta para a Dengue, segundo dados do Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (Lira), realizado em novembro.
“A redução nas notificações e casos confirmados não significa que devemos nos acomodar, pois este quadro pode se reverter em poucos dias, se não tiver a colaboração da comunidade. É preciso ficar atento, pois no período chuvoso é quando acontece a maior quantidade de formação de criadouros”, lembra.
Segundo Orleans, o principal cuidado que a população pode adotar é em relação ao ‘lixo aberto’ ou entulhos, também chamados de micro criadouros, como tampas, pneus, vasos de plantas e garrafas. “Além de calhas, que dificilmente são limpas”, completa.
Já os macros criadouros geralmente tem caráter permanente, como caixas d´água e piscinas, para estes o cuidado é com a limpeza. “Os ovos ficam depositados nas bordas, esperando a situação viável para eclodir, quando entram em contato com a água eclodem e no prazo de 10 dias tornam-se mosquitos”, explica. “Por isso é importante é fazer limpeza das bordas de reservatórios e mantê-los totalmente vedados, vasilhames tampados e garrafas emborcadas”, recomenda.
A recomendação é a mesma para as pessoas que vão viajar e as que forem para regiões endêmicas, precisam ficar atentas à utilização de repelentes. “Temos que observar o ambiente que estamos com critério, até mesmo nas plantas de jardim, pois há flores em formato de concha que podem servir de criadouro para o mosquito”.
As plantas também devem ser verificadas. Vasos e folhas podem armazenar água e ser um ambiente propício para a proliferação do mosquito
Orleans lembra que a situação do combate do mosquito transmissor da Dengue em Rondônia só seria tranquilo se todos os domicílios visitados pelos técnicos que realizam o Lira identificassem baixo risco para infestação, além dos casos suspeitos serem também baixos. “Temos sempre que lembrar que a Dengue é uma doença que mata e o governo não consegue combater sozinho, sem ajuda dos moradores. Se a população não colaborar, nenhum governo tem capacidade de eliminar ou conter o mosquito Aedes aegypti”, acrescenta.
Fonte
Texto: Mineia Capistrano
Fotos: Arquivo SECOM
Secom - Governo de Rondônia
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