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Dario Cirurgia Notícia

Data: 07/09/2015 Compartilhe esta notícia

A Plenitude do Espírito Santo

“Não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito” (Efésios 5:18).

O tema que trataremos é referente à bendita pessoa do Espírito Santo. Esse assunto, que na verdade se desdobra em muitos outros, é talvez o tema mais controverso e confuso na Igreja dos dias de hoje. Quanta heresia, misticismo, engano e até mesmo charlatanismo temos visto no meio do Povo de Deus! A Igreja já tem 2000 anos de história, porém temas relacionados ao Espírito Santo como: Avivamento, Batismo no Espírito Santo, Plenitude do Espírito Santo e Dons Espirituais ainda são pontos de divisão entre o povo de Deus! E por quê? Erramos por não conhecermos nem a Palavra e nem o poder de Deus.

Mesmo considerando a extrema importância de todos esses temas, nos concentraremos hoje em aspectos mais práticos do estudo do Espírito Santo. Não pretendo me aprofundar em assuntos complexos, como a natureza e a missão do Espírito Santo. Nosso objetivo é falar sobre a “Plenitude do Espírito Santo” e os resultados disso na vida do cristão. A base para nossa reflexão se encontra na Carta de Paulo aos Efésios 5:18-21“E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo”.

Antes de qualquer coisa é necessário fazermos a seguinte consideração:O Espírito Santo é Dom de Cristo à Igreja. Se podemos afirmar que “Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16)podemos também afirmar, com base no pentecostes, que “Cristo amou a Igreja de tal maneira que enviou o Espírito Santo para que todo aquele que por Ele é habitado não se perca, mas tenha uma vida de comunhão santa e frutífera”.Quem não nasceu de novo não pode receber o Espírito Santo e muito menos ter uma vida cheia dEle.

Dito isso, procuraremos expor o que a Palavra nos ensina a respeito de três pontos básicos referentes à plenitude do Espírito Santo: 1- O que significa ser “Cheio do Espírito Santo”; 2- De que maneira podemos ser cheios do Espírito Santo e 3- Quais as marcas, evidências e consequências da plenitude do Espírito Santo na vida de uma pessoa.

1- O que significa ser “Cheio do Espírito Santo”?

A primeira coisa que devemos compreender é que Paulo está falando de uma pessoa. O Espírito Santo não é uma energia ou força impessoal, como talvez alguns possam pensar. Ele é uma pessoa, não como nós, mas a terceira pessoa da Trindade, igual ao Pai e ao Filho em santidade, essência e substância. Ser cheio do Espírito Santo é ser controlado por Ele. Uma pessoa que está cheia do Espírito tem suas ações, reações, sentimentos e pensamentos sob a direção de Deus.

Voltemos ao texto de Efésios 5:18: “Não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito”.O contraste mostrado no texto entre o vinho e o Espírito é bastante didático. Uma pessoa que está embriagada terá todas as suas ações e reações influenciadas pelo álcool. Uma pessoa cheia do Espírito terá todas as suas ações e reações guiadas pelo Espírito.

Outro fato importante a ser considerado tem a ver com o próprio caráter do Espírito Santo. O próprio nome dEle já diz: Santo. Portanto Ele é, antes de tudo, Santo! Sendo assim, qual será a primeira característica de uma pessoa cheia do Espírito Santo? Santidade!

Santidade é separação, consagração, dedicação a Deus e em consequência disso, abandono do pecado. Entendemos que a santificação é mais de Cristo em nós. Se Cristo está crescendo em mim, obviamente eu estarei me tornando mais parecido com Ele, logo, certos pensamentos e atitudes se tornarão impróprios!

Não existe avivamento à parte de santidade. Avivamento não é sinônimo de louvor animado ou pregação eloquente. Avivamento é o coletivo de “Plenitude do Espírito Santo”. É quando um grupo de pessoas cheias do Espírito começa a impactar a igreja local e a comunidade em que está inserido, pregando e vivendo o Evangelho de maneira genuína, sinalizando, assim, os valores do Reino.

2-De que maneira podemos ser cheios do Espírito Santo?

Precisamos compreender que isso é uma ordem! “Enchei-vos” está no imperativo. Sendo uma ordem, se eu não estiver buscando ao Senhor para que Ele me encha com Seu Espírito, logo, eu estou em desobediência, ou seja, estou em pecado. Observe que, no texto, ele primeiramente fala sobre o abandono de algo que domina o homem e depois fala sobre a plenitude do Espírito, ou seja, você não poderá ser cheio de “vinho” e do Espírito Santo ao mesmo tempo. Entenda por “vinho” qualquer coisa que esteja tomando o lugar do Espírito em sua vida.

Vejamos agora os meios da graça apresentados por Paulo pelo quais podemos ser cheios do Espírito Santo:

O primeiro ponto a ser observado é a relação do filho de Deus com a Palavra.Há uma semelhança interessante entre as cartas de Paulo aos Efésios e aos Colossenses. As duas destacam a soberania de Cristo. A seção de aplicações práticas das duas são quase idênticas. Ambas possuem orientações sobre os relacionamentos de marido e mulher, pais e filhos e empregados e patrões. A diferença é que em Efésios a seção começa com “Enchei-vos do Espírito”e em Colossenses inicia com “Habite" ricamente em vós a Palavra de Cristo”.Para Paulo é a mesma coisa, pois a Palavra de Deus é inspirada e revelada pelo Espírito.

Não se engane. Você jamais será cheio do Espírito se não tiver tempo com a Palavra dEle. É claro que ela precisa ser revelada. Sem revelação ela não surtirá efeito. Mas como a Palavra poderá ser revelada se antes ela não for estocada em nosso coração? Para muitas pessoas a Palavra e o Espírito parecem ser coisas antagônicas. Essas pessoas querem ter experiências com o Espírito Santo, mas não querem a Palavra dEle. No entanto, sem as bases bíblicas para dar suporte, essas experiências se tornarão mero misticismo e práticas sem nenhum fundamento!

Verso 19: “Falando entre vós com Salmos”Os Salmos são parte da revelação bíblica. É uma espécie de hinário inspirado por Deus para que o povo pudesse usar em suas celebrações. Falar em Salmos é utilizar a linguagem adoradora dos Salmos nas conversas entre os irmãos. São lábios que honram ao Senhor. Isso diz respeito à qualidade do que sai da nossa boca nas nossas conversas. A boca fala do que o coração está cheio, mas o contrário também é verdade. Se você começar a falar das coisas do Senhor, essas coisas se tornarão mais presentes na sua vida.

Ainda no verso 19:“Entoando e louvando de coração com hinos e cânticos espirituais”.Algumas versões dizem: Louvar no coração. Isso vai além de cantar louvores. Trata-se de um coração adorador. Quando nós cantamos com sinceridade as grandezas do nosso Senhor, o nosso coração é tocado pelo Espírito Santo, mas se nós tivermos constantemente um coração adorador, o Espírito Santo nos encherá com sua presença!

Verso 20:“Dando sempre Graças por tudo a Nosso Deus e Pai, em nome do nosso Senhor Jesus Cristo”. Um coração agradecido. Pessoas revoltadas com Deus jamais serão cheias do Espírito Santo. Gente de mal com a vida, murmuradora e que não sabe agradecer por nada, acaba se tornando mais amargurada ainda.

Verso 21: “Sujeitando-vos uns aos outros no temor do Senhor”.Um coração submisso. A sujeição mútua é a decisão de, em amor, reconhecer a preciosidade de Cristo nos outros e colocar isso em prática, tratando as pessoas com honra e prioridade.

3- Quais as marcas, evidências e consequências da plenitude do Espírito Santo na vida de uma pessoa?

Precisamos entender que esta qualidade de vida que será descrita a seguir jamais será alcançada por alguém que não esteja cheio do Espírito.

Efésios 5:22 e 25 e ainda 6:1, 4, 5 e 9 “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor... Maridos, amai vossas mulheres como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela... Filhos, obedecei vossos pais no Senhor, pois isto é justo... E vós, pais,não provoqueis vossos filhos à ira... Servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vosso coração, como a Cristo... Senhores, de igual modo procedei para com eles, deixando as ameaças...”Paulo não mudou de assunto aqui. No original não há essa divisão no texto. Paulo continua no mesmo assunto, mas agora ele começa a apontar as marcas que a plenitude do Espírito produz na vida das pessoas. Nenhuma mulher será verdadeiramente submissa ao marido como a Igreja a Cristo sem a plenitude do Espírito e, igualmente, nenhum homem amará sua mulher da mesma forma que Cristo ama a Igreja sem a plenitude do Espírito. Nós não somos naturalmente assim! Submissão? Dar a vida pela mulher? Você não vai conseguir isso sozinho. Isso só pode acontecer verdadeiramente mediante um milagre! Mas veja que esta é a primeira marca de uma pessoa cheia do Espírito: A maneira como ela trata seu cônjuge.

Você, que é um filho,que deseja estar cheio do Espírito, como você trata seus pais? Pais, como vocês tratam seus filhos? Empregados, como vocês tratam os seus patrões? Vocês fazem o seu trabalho como se o fizessem para Cristo? Patrões, como vocês tratam seus empregados? Vocês os tratam com dignidade e respeito?A plenitude do Espírito Santo santifica todas essas relações!

Você quer ser uma boa esposa? Enchei-vos do Espírito! Quer ser um bom marido? Enchei-vos do Espírito! Quer ser um bom pai, mãe ou filho? Enchei-vos do Espírito! Quer ser um bom profissional, cidadão ou qualquer outra coisa? Enchei-vos do Espírito! Avivamento começa na família e nos relacionamentos cotidianos! Tem a ver com atitudes concretas, mudança de vida e de comportamento de dentro para fora! Não é crescimento numérico ou cultura gospel.

Como está a sua relação com o Espírito Santo? O que você pensa disso tudo? Isso faz sentido para você? Que resposta você dará a isso? Que o Senhor coloque nos nossos corações o desejo de buscar nEle uma vida cheia do Espírito Santo. Que Ele nos leve a uma reflexão profunda sobre como está a nossa vida espiritual, familiar, profissional e comunitária. Que essa reflexão resulte em arrependimento e atitude, para a glória de Deus e para o bem da nossa alma. Amém.

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