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Data: 12/08/2015 Compartilhe esta notícia

  

 

 

O AVIVAMENTO QUE PRECISAMOS

Por: Julio Cesar Lucarevski

21/06/2015

“Ao cumprir-se o dia de Pentecoste, estavam todos reunidos no mesmo lugar; de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. E apareceram distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobra cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo...” Atos 2.1-3

Creio que uma das perguntas mais difíceis para ser respondida nos dias de hoje é esta: “Está ocorrendo um avivamento no Brasil?” Antes de tentar responder, saiba que nossas experiências, preferências e preconceitos podem prejudicar ou ajudar em uma melhor compreensão e prática deste complexo fenômeno, tão fundamental para a nossa vida pessoal, comunitária, assim como para toda uma nação.

Para os chamados tradicionais, os grandes avivamentos são coisas do passado. Para os renovados, a experiência de avivamento é algo que acontece todos os dias. Porém, se quisermos discernir sobre os genuinos avivamentos ao longo da historia, precisamos refletir à luz das Escrituras, sobre esse movimento da Trindade, na qual o Pai glorifica o Filho através da acoes do Espirito Santo na Terra.

Avivamento, reavivamento, despertamento ou renovação espiritual são sinômimos. As novas gerações tem preferência pelos os termos despertamento ou renovação espiritual. Porém, trata-se da mesma coisa. São usados para descrever um movimento que inicia em Deus, a partir de uma intervençao mais ampla e profunda que produz numerosas conversões, reforma da Igreja e uma impactante transformação cultural e social. Isso sempre ocorre mediante uma acao sobrenatural da revelação da santidade de Deus juntamente com convicção da profundidade do pecado tanto pessoal como comunitário em um determinado contexto historico.

O pastor e teologo John Stott afirma que “Reavivamento é uma visitação inteiramente sobrenatural do Espírito soberano de Deus, pela qual uma comunidade inteira toma consciência de sua santa presença e é surpreendida por ela. Os inconversos se convencem do pecado, arrependem-se e clamam a Deus por misericórdia, geralmente em números enormes e sem qualquer intervenção humana. Os desviados são restaurados. Os indecisos são revigorados. E todo o povo de Deus, inundado de um profundo senso de majestade divina, manifesta em suas vidas o multifacetado fruto do Espírito, dedicando-se às boas obras.”

Vivemos uma época de transformaçoes profundas. Não se trata apenas de uma “época de mudanças”, mas de uma “mudança de época”. Na realidade, as mudanças de época sempre afetam os critérios de compreensao, os valores mais profundos, nas quais se define a identidade, as práticas e as relações humanas.

Temos presenciado um aumento do relativismo, a falta de referências sólidas, superficialidade, o desejo a qualquer custo de conforto e segurança e a acelaração do tempo. Tudo isso, cria um ambiente de incertezas, precariedade, insegurança e ansiedade. Diante dos ataques à família, à Igreja e aos valores do Reino de Deus, temos dificuldade de acreditar que o nosso país passa por um momento de avivamento.

A frieza e o comodismo tem sido as características da maioria dos cristãos e de muitas igrejas brasileiras. Estamos muito parecidos com a Igreja de Laodicéia, descrita no livro do Apocalipse. Sobre esta igreja, que representa a igreja dos ultimos dias, Jesus a reprovou pela sua mornidão. O problema da Igreja de Laodicéia não foi uma questão de teologia, mas uma questão de ética. “Você não é frio nem quente”. Cabe também a avaliação de Tiago, “Tem aparência de piedade, mas nega o seu poder”. II Timóteo 3.5. Estas duas avalicações pesam sobre nós e nossas igrejas.

Os avivamentos vêm e vão. Florescem, dão muitos frutos, depois perdem a força, declinam, para um outono e novamente caem na frieza do inverno. São cíclicos. No livro “Dinâmicas da Renovação Espiritual, Richard Lovelace, demonstra o ciclo de alternância de graça e julgamento. A partir do livro de Juízes, percebemos um modelo claro do que acontece após os movimentos de avivamento. “O povo prestou culto ao Senhor durante toda a vida de Josué e dos líderes dele e que tinham visto todos os grandes feitos do Senhor em favor de Israel... Depois que toda aquela geração foi reunida a seus antepassados, surgiu uma nova geração que não conhecia o Senhor, e o que havia feito por Israel” Jz. 2.7,10

Esta nova geração que não conhecia o Senhor começou a praticar apostasia, incorporando um novo sistema de crenças e comportamentos. Uma substituição do Deus vivo e verdadeiro por ídolos, até chegar o julgamento por parte de Deus: “A ira do Senhor se acendeu contra Israel” (2.14). Houve uma aflição nacional e povo de Deus foi sendo oprimido por seus vizinhos pagãos.

A desobediência sempre leva ao sofrimento. E foi a partir deste sofrimento que o povo voltou-se para Deus em verdadeiro arrependimento e oração agonizante. E o Senhou ouviu aquele clamor “pois o Senhor tinha misericórdia por causa dos gemidos deles” (2.18). 5) . Neste cenário de total fraqueza e dependência, Deus levanta um líder para a restauração do seu povo e um novo avivamento acontece. Com o passar dos anos, surge uma nova geração e um novo ciclo se inicia.

Na história da igreja encontramos vários avivamentos genuínos. Normalmente acontecem depois de um período de grande decadência moral e espiritual, nos momentos em que a Igreja enfrentava crises e a perda do primeiro amor. Os reavivamentos mais conhecidos foram a Reforma Protestante, o Avivamento dos Moravios e o Grande Avivamento do Seculo XVIII, que depois cruzou o Atlântico, onde ocorreram uma série de avivamentos nas colônias americanas. Foi nesta época que George Whitefield na Europa, e Jonatham Edwards na América, popularizaram a expressão “Novo Nascimento”, a partir das mensagens contidas no capítulo 3 do livro de João.

Um avivamento sério ocorre somente quando acontece uma visitação profunda do Deus trino, que é Santidade, Justiça e Amor. Nesta exposição a este Deus e às verdades da Sua Palavra, a pecaminosidade humana, tanto pessoal como social, é reconhecida. Esse confronto ocorre pela pregação séria do evangelho bíblico. Sem ela, não há avivamento autêntico.Manfred Grellert, ao escrever vários artigos intitulados “Avivamento Tupiniquim”, chega a seguinte conclusão: “Um evangelho fuleiro produz patologias várias. Já Paulo falava de “um outro evangelho”. É por isso que não há responsabilidade maior do que aquela de manter a integridade do evangelho. As deturpações nos avivamentos procedem de evangelhos truncados.”

Jesus após a sua ressurreição, adverte aos Seus discípulos a não deixarem Jerusalém até receberem o poder do alto. “Eis que envio sobre vós a promessa de meu Pai; permanecei, pois, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder”. Enquanto isso, os discípulos, as mulheres e os irmãos “... se reuniam sempre em oração”. Atos 1.14

É muito claro ver a diferença entre o momento antes de Pentecostes e o pós- Pentecostes. No primeiro momento Pedro e os discípulos estavam amedrontados e sem saber o que fazer diante dos últimos acontecimentos de Jesus. Porém, com a chegada da promessa de Deus, o Espírito, tudo mudou. Aconteceu uma revolução com o Pentecostes. “Pedro, porém, pondo-se em pé com os onze, levantou a voz, e disse-lhes: Homens judeus, e todos os que habitais em Jerusalém...”. Pedro fez uma exposição do Evangelho mostrando que Jesus era o Cristo. Ele afirmou com ousadia que “Jesus, o nazareno, varão aprovado por Deus diante de vós...sendo este entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus, vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos; ao qual, porém; Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte”. Atos 2:22-24.

Assim Pedro apresenta a todos o evangelho de Cristo, citando também textos do Velho Testamento (Joel 2.28-32) expondo que a promessa do Espírito havia chegado, e que não apenas para Israel, mas para todos os povos. ”E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espirito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos jovens terão visões, e sonharão vossos velhos...” Atos 2.17-18

Esta impactante mensagem trouxe como consequência uma profunda aflição pelo Espírito Santo nos corações dos ouvintes. No avivamento de Pentecostes, os pecadores foram convencidos de sua própria pecaminosidade e santidade de Deus, e assim apelaram: “Irmãos, que faremos?” A resposta de Pedro foi: “Salvem-se desta geração corrompida”(2.40). Assim, “os que aceitaram a mensagem foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase de três mil pessoas.” (Atos 2.40-41)

Estas mesmas características foram vistas em todos os grandes avivamentos da história. Johantan Edwards, considerado o teólogo do Grande Avivamento nos anos de1730-1760, ficou impressionado com as mudanças radicais no meio dos cristãos. Uma grande afeição pelo Senhor Jesus, confissão de pecados, quebrantamento, salvação de muitos e unidade entre os irmãos. “Nunca houve tanta confissão de injúrias e reconciliação de diferenças, como no ano do avivamento”, disse Edwards.

A igreja primitiva de fato experimentou a vivificação, capacitação e manifestação do Espírito Santo em seu viver diário e em sua missão. “Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam o pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos”( Atos 2:42). E assim, mais tarde, quando a Igreja parte para a missão, os discípulos de Jesus são descritos com as seguintes palavras: “Estes são aqueles que estão virando o mundo de cabeça para baixo”( Atos 17.6).

Os avivamentos são de curta duração, mas os seus efeitos são duradouros. Um dos principais desdobramentos é o surgimento de igrejas locais ou comunidades que experimentam a mesma natureza relacional da Trindade. A manifestaçao da vida de Cristo se da potencialidade pelo poder do Espírito Santo na vida prática e cotidiana de cada discípulo e na comunidade de Jesus. Nesta caminhada de Amor, de acolhimento e de missão, os relacionamentos vão sendo alinhados e restaurados com Deus e com seus iguais. Refletindo em transformações culturais, sociais e políticas.

O resultado final de um avivamento é a Glória de Deus. O movivento começa e termina em Deus. Através da revelaçao de sua Santidade, Ele expõe a profundeza da pecaminosidade e da rebeldia humana, gerando uma atitude de humilhação e contrição diante de um Amor Constrangedor do Pai demonstrado na cruz de Cristo. Os novos nascidos experimentam uma mudança de valores e comportamentos - antes eram marcados por falta de esperança e fatalidade - para uma ampla visão de Deus trazendo o Reino de Cristo para a Terra.

Retornando a pergunta inicial: você acredita que o Brasil está passando por um avivamento? Agora, permita-me uma pergunta mais pessoal. Você acredita que está experimentando um avivamento pessoal e comunitário? Independente da sua resposta, a promessa de Deus dada por meio de Salomão, continua sendo valida se quisermos que a nossa cidade, Estado e Nação experimentem um novo avivamento. “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”. II Cronicas 7.14

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